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Missionários Sacramentinos são enviados à Angola

Durante solene celebração eucarística neste domingo, 8 de janeiro, presidida por dom Emanuel Messias, bispo diocesano de Caratinga, a família Sacramentina de Nossa Senhora enviou três missionários para Angola, na África.
Os padres João Lúcio Benfica e Renato Borges, juntamente a com a irmã Valéria, após fazerem a preparação no CCM (Centro Cultural Missionário), em Brasília, partem para a missão em Kavum, província de Moxico e diocese de Lwenda, assumindo uma paróquia com 48 mil km2 de extensão.
Envio_Sacram
A missa contou com participação expressiva de fiéis e padres concelebrantes, inclusive de dois outros bispos, dom Paulo Mendes Peixoto, bispo de São José do Rio Preto, SP, e dom José Martins da Silva, arcebispo emérito da arquidiocese de Porto Velho, RO. O objetivo, segundo o bispo diocesano, era afirmar a comunhão da diocese com a missão, sendo ela também participante no envio dos missionários.
Na mesma celebração, padre Geraldo Magela de Lima Mayrink, superior geral dos padres sacramentinos, recebeu os primeiros votos de dois seminaristas sacramentinos, reafirmando o carisma missionário da congregação.
Para os missionários sacramentinos a experiência será enriquecedora. “É preciso semear, estou indo semear, os frutos aparecerão no futuro”, afirmou o padre Renato Borges. Já padre João Lúcio disse que está preparado, pois não está deixando nada. Também irmã Valéria agradeceu a família pela vida, pela educação religiosa e afirmou: “Estou retornando às minhas origens e vou também contribuir no anúncio do Evangelho”.
Na edição de fevereiro de Diretrizes o leitor poderá conhecer mais sobre a realidade da missão na Igreja, em especial sobre a nova experiência sacramentina na África.
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Blog da forania de Ipanema disponibiliza teatros religiosos para Downloads

Está disponível, desde o princípio de janeiro, no blog da forania de Ipanema, uma série de peças teatrais com temas religiosos.
Teatros_Religiosos
É uma pequena apostila com seis peças preparadas pelo ex-seminarista e articulador da Pastoral da Comunicação na forania de Ipanema, José Aristides Gamito.
Os temas se relacionam à Semana Santa, ao Natal, ao martírio de São Sebastião e, ainda, à vida de São Francisco de Assis. O autor informa também a existência de uma outra peça, sobre Maria, essa contada a partir de outras fontes cristãs.
O material pode ser baixado da internet procurando-se no blog da forania por “Teatros Cristãos” ou usando a mesma expressão no site de downloads 4shared.com.
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Papa convoca Consistório e criará 22 novos cardeais

domjooepapaNa oração do Angelus de hoje, 6, o papa Bento XVI anunciou que no próximo dia 18 de fevereiro realizará um Consistório para a criação de 22 novos cardeais, dentre eles está o ex-arcebispo de Brasília e atual prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, dom João Braz de Aviz.
Segundo o secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, a "Igreja se alegra muito com a escolha feita pelo papa Bento XVI do nome de dom João como sendo um dos 22 novos cardeais".
Dom João Braz de Aviz nasceu em 1947, em Mafra (SC). Foi ordenado padre em 1972, em Apucarana (PR). No dia 6 de abril de 1994 foi nomeado pelo papa João Paulo II, bispo auxiliar da arquidiocese de Vitória (ES). Atuou em Vitória de 1994 a 1998, quando foi nomeado bispo da diocese de Ponta Grossa (PR), onde ficou até 2003. Em 2002 foi elevado a arcebispo, sendo nomeado para a arquidiocese de Maringá (PR), onde tomou posse no dia 4 de outubro do mesmo ano.
No dia 28 de janeiro de 2004 foi nomeado arcebispo da arquidiocese de Brasília (DF). Em 2007 foi eleito presidente do Regional Centro-Oeste da CNBB. Ainda na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil foi membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé e vice-presidente das Edições CNBB. No mês de maio de 2010 esteve a frente da organização do 16º Congresso Eucarístico Nacional, que aconteceu em Brasília, ano do cinquentenário da Capital Federal.
No dia 4 de janeiro de 2011 foi nomeado pelo papa Bento XVI prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, no Vaticano.
Na lista dos 22 escolhidos pelo papa estão 16 da Europa, quatro das Américas (incluindo dom João) e dois da Ásia.
Dom João Braz de Aviz se juntará aos também cardeais brasileiros dom Eugênio Sales, dom Evaristo Arns, dom José Falcão, dom Serafim Fernandes Araújo, dom Cláudio Hummes, dom Geraldo Majella Agnelo, dom Eusébio Sheid, dom Odilo Pedro Sherer e dom Raymundo Damasceno de Assis.
Os nomes escolhidos pelo papa e suas respectivas nacionalidades são:
Dom Fernando Filoni, prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos (Itália)
Dom Manuel Monteiro de Castro, Penitenciário-Mor (Portugal)
Dom Santos Abril y Castelló, arcebispo da Basílica Papal de Santa Maria Maior (Espanha)
Dom Antônio Maria Vegliò, presidente do Pontifício Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes (Itália);
Dom Giuseppe Bertelli, presidente da Pontifícia Comissão para a Cidade do Vaticano e presidente do Governatorato do Vaticano (Itália);
Dom Francesco Coccopalmerio, presidente do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos; (Itália);
Dom Domenico Calcagno, presidente da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica; (Itália)
Dom Giuseppe Versaldi, presidente da Prefeitura dos Assuntos Econômicos da Santa Sé; (Itália)
Dom Giuseppe Betori, arcebispo de Florença (Itália);
Dom Rainer Maria Woelk, arcebispo de Berlim (Alemanha);
Dom Karl Becker, consultor durante muitos anos da Congregação para a Doutrina da Fé. (Alemanha);
Dom Dominik Duka, arcebispo de Praga (República Checa);
Dom Willem Jacobus Eijk, arcebispo de Utrecht (Holanda);
Dom Lucian Muresan, arcebispo maior de Fagaras e Alba Julia dos Romenos (Romenia);
Dom Julien Ries, bispo de Namur (Bélgica);
Dom Prospero Grech, consultor da Congregação para a Doutrina da Fé (Itália);
Dom João Braz de Aviz, prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica (Brasil);
Dom Edwin O'Brien Frederik, Pro-Grão-Mestre da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém (Estados Unidos);
Dom Timothy Michael Dolan, arcebispo de Nova York (Estados Unidos);
Dom Thomas Christopher Collins, arcebispo de Toronto (Canadá);
Dom George Alencherry, arcebispo maior de Ernakulam-Angamaly dos Siro-Malabar (Índia);
Dom John Tong Hon, bispo de Hong Kong (China);
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Como vai ser 2012?

SAM_0791Quando olho o atual cenário da igreja evangélica brasileira – estou usando o termo “evangélica” de maneira ampla – confesso que me sinto incapaz de prever o que vem pela frente. Há muitas e diferentes forças em operação em nosso meio hoje, boa parte delas conflitantes e opostas. Olho para frente e não consigo perceber um padrão, uma indicação que seja, do futuro da igreja.
Há, em primeiro lugar, o crescimento das seitas neopentecostais. Embora estatísticas recentes tenham apontado para uma queda na membresia de seitas como a Universal do Reino do Deus, outras estão surgindo no lugar, como na lenda grega da Hidra de Lerna, monstro de sete cabeças que se regeneravam quando cortadas. A enorme quantidade de adeptos destes movimentos que pregam prosperidade, cura, libertação e solução imediata para os problemas pessoais acaba moldando a imagem pública dos evangélicos e a percepção que o restante do Brasil tem de nós.
Na África do Sul conheci uma seita que mistura pontos da fé cristã com pontos das religiões africanas, um sincretismo que acaba por tornar irreconhecível qualquer traço de cristianismo restante. Temo que a continuar o crescimento das seitas neopentecostais e seus desvios cada vez maiores do cristianismo histórico, poderemos ter uma nova religião sincrética no Brasil, uma seita que mistura traços de cristianismo com elementos de religiões afro-brasileiras, teologia da prosperidade e batalha espiritual em pouquíssimo tempo.
 Depois há o movimento “gospel”, que recentemente mostrou sua popularidade ao ter o festival “Promessas” veiculado pela emissora de maior audiência do país. Não me preocupa tanto o fato de que a Rede Globo exibiu o show, mas a mensagem que foi passada ali. A teologia gospel confunde “adoração” com pregação, exalta o louvor como o principal elemento do culto público, anuncia um evangelho que não chama pecadores e crentes ao arrependimento e mudança de vida, que promete vitórias mediante o louvor e a declaração de frases de efeito e que ignora boa parte do que a Bíblia ensina sobre humildade, modéstia, sobriedade e separação do mundo.
Para muitos jovens, os shows gospel viraram a única forma de culto que conhecem, com pouca Bíblia e quase nenhum discipulado. O impacto negativo da superficialidade deste movimento se fará sentir nesta próxima geração, especialmente na incapacidade de impedir a entrada de falsos ensinamentos e doutrinas erradas.
 Em Brasília, temos os deputados e senadores evangélicos que, gostemos ou não, têm conseguido retardar e mesmo impedir as tentativas de grupos ativistas LGTB de impor leis como o famigerado PL 122. O lado preocupante é que eles “representam” os evangélicos nestes assuntos e acabam, por associação, nos representando de maneira generalizada diante do grande público e da grande mídia.
Por um lado, lamento que foram líderes de seitas neopentecostais e pastores de teologia e práticas duvidosas, em sua maioria, que conseguiram alcançar uma posição de destaque a ponto de serem ouvidos em Brasília. Esta é uma posição que deveria ter sido ocupada pelos reformados, como aconteceu em outros países. Mas, falhamos. E a bem da justiça, não posso deixar de reconhecer que Deus usa quem Ele quer para refrear, ainda que por algum tempo, a rápida deterioração da nossa sociedade. O que isto representará no futuro, é incerto.
 Notemos ainda o rápido crescimento do calvinismo, não nas igrejas históricas, mas fora delas, no meio pentecostal. Não são poucos os pentecostais que têm descoberto a teologia reformada – particularmente as doutrinas da graça, os cinco slogans (“solas”) e os chamados cinco pontos do calvinismo. Boa parte destes tem tentado preservar algumas idéias e práticas características do pentecostalismo, como a contemporaneidade dos dons de línguas, profecia e milagres e um culto mais informal, além de uma escatologia dispensacionalista.
Outros têm entendido – corretamente – que a teologia reformada inevitavelmente cobra pedágio também nestas áreas e já passaram para a reforma completa. Mas o tipo de movimento, igrejas ou denominações resultantes desta surpreendente integração ainda não é previsível. O que existe de mais próximo é o movimento neocalvinista, mas este é por demais vinculado à cultura americana para ser reproduzido com sucesso aqui, sem adaptações. Estou curioso para ver o que vai dar este cruzamento de soteriologia calvinista com pneumatologia pentecostal.
 O impacto das mídias sociais também não pode ser ignorado. E há também o número crescente de desigrejados, que aumenta na mesma proporção da apropriação das mídias sociais pelos evangélicos. Com a possibilidade de se ouvir sermões, fazer estudos e cursos de teologia online, além de bate-papo e discipulado pela internet, aumenta o número de pessoas que se dizem evangélicas mas que não se congregam em uma igreja local. São cristãos virtuais que “freqüentam” igrejas virtuais e têm comunhão virtual com pessoas que nunca realmente chegam a conhecer. Admito o benefício da tecnologia em favor do Reino.
 Eu mesmo sou professor há quinze anos de um curso de teologia online e sei a benção que pode ser. Mas, não há substituto para a igreja local, para a comunhão real com os santos, para a celebração da Ceia e do batismo, para a oração conjunta, para a leitura em uníssono das Escrituras e para a recitação em conjunto da oração do Pai Nosso, dos Dez Mandamentos. Isto não dá para fazer pela internet. Uma igreja virtual composta de desigrejados não será forte o suficiente em tempos de perseguição.
Eu poderia ainda mencionar a influência do liberalismo teológico, que tem aberto picadas nas igrejas históricas e pentecostais e a falta de maior rapidez e eficiência das igrejas históricas em retomar o crescimento numérico, aproveitando o momento extremamente oportuno no país. Afinal, o cristianismo tem experimentado um crescimento fenomenal no chamado Sul Global, do qual o Brasil faz parte.
 Algumas coisas me ocorrem diante deste quadro, quando tento organizar minha cabeça e entender o que se passa.
1 – Historicamente, as igrejas cristãs em todos os lugares aqui neste mundo atravessaram períodos de grande confusão, aridez e decadência espiritual. Depois, ergueram-se e experimentaram períodos de grande efervescência e eficácia espiritual, chegando a mudar países. Pode ser que estejamos a caminho do fundo do poço, mas não perderemos a esperança. A promessa de Jesus quanto à Sua Igreja (Mateus 16:18) e a história dos avivamentos espirituais nos dão confiança.
2 – Apesar de toda a mistura de erro e verdade que testemunhamos na sincretização cada vez maior das igrejas, é inegável que Deus tem agido salvadoramente e não são poucos os que têm sido chamados das trevas para a luz, regenerados e justificados mediante a fé em Cristo Jesus, apesar das ênfases erradas, das distorções doutrinárias e da negligência das grandes doutrinas da graça. Ainda assim, parece que o Espírito Santo se compraz em usar o mínimo de verdade que encontra, mesmo em igrejas com pouca luz, na salvação dos eleitos. Não digo isto para justificar o erro. É apenas uma constatação da misericórdia de Deus e da nossa corrupção. Se a salvação fosse pela precisão doutrinária em todos os pontos da teologia cristã, nenhum de nós seria salvo.
3 –  Deus sempre surpreende o Seu povo. É totalmente impossível antecipar as guinadas na história da Igreja. Muito menos, fazer com que aconteçam. Há fatores em operação que estão muito acima dos poderes humanos. Resta-nos ser fiéis à Palavra de Deus, pregar o Evangelho completo – expositivamente, de preferência – viver uma vida reta e santa, usar de todos os recursos lícitos para propagar o Reino e plantar igrejas bíblicas e orar para que nosso Deus em 2012 seja misericordioso com os seus eleitos, com a Sua igreja, com aqueles que Ele predestinou antes da fundação do mundo e soberanamente chamou pela Sua graça, pela pregação do Evangelho.
Reverendo Augustus Nicodemus Lopes
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Seminário Diocesano promove encontro vocacional

encontro_vocacional
Treze jovens que ainda estão cursando o ensino médio participaram do encontro vocacional promovido pelo Seminário Diocesano neste fim de semana, dias 16 a 18 de dezembro de 2011. Esses três dias, como relata o seminarista Patrício Fialho, foram marcados por momentos de convivência, informação e espiritualidade.
Logo na abertura, o seminarista Júlio César bateu um papo com a turma levando em consideração a realidade do jovem nos dias de hoje. Sábado houve missa pala manhã e logo após Patrício fez uma reflexão sobre trabalho paroquial como meio propício para o discernimento vocacional. Também pela manhã padre José Geraldo de Gouvêa se encontrou com os jovens candidatos ao Propedêutico 2013.
Como costume do Seminário, na parte da tarde houve laborterapia, momento no qual os jovens experimentam da rotina de trabalhos da casa. O tradicional futebol do encontro vocacional foi prejudicado pela chuva, mas o momento permaneceu para a descontração e entrosamento entre os jovens. No início da noite foi exibido o filme Mãos Talentosas, a partir do qual se pode perceber o valor do incentivo e a importância de se dedicar com afinco sobre aquilo que se quer para a vida.
No domingo, após a missa, padre Gouvêa tratou da espiritualidade do padre diocesano.
Pela avaliação dos participantes percebeu-se que foi um encontro proveitoso, visando, sobretudo, a convivência e o envolvimento de todos no encontro. O objetivo dos encontros vocacionais é ajudar o jovem a discernir-se, como lembrou padre Gouvêa em sua homilia: “A vocação mais bonita não é a de ser padre e freira, mas aquela que Deus te deu e você correspondeu”.
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Vigário Forâneo de Ipanema dá instruções pastorais para a evangelização na forania em 2012

silas de paula barros pe. - 9-4-2009 001 173O Vigário Forâneo de Ipanema, padre Silas de Paula Barros, pároco de Mutum, listou uma série de propostas pastorais para a forania de Ipanema que foram publicadas no blog da forania.
Primeiramente são apresentados três aspectos da evangelização paroquial: descobrir as principais demandas pastorais; implantar uma evangelização permanente e missionária; e formar os agentes para a realização da missão.
Também são apresentados os desafios pastorais que o mundo lança à Igreja, como o pluralismo religioso, o secularismo e o relativismo moral, diante dos quais padre Silas apresenta como urgências o resgate da dimensão missionária de cada batizado, trabalhando de maneira intrínseca a pessoa, a comunidade e a sociedade e desenvolvendo um trabalho orgânico que aponte pistas de ação para implementar a missão evangelizadora, e de promoção humana sustentável. Atitude incentivada também é a valorização das CEBs, dos grupos de reflexão e plenários.
Neste sentido as principais pistas de ação pastoral estão em torno da missão, entendida como o ânimo da vida da comunidade. São pontos norteadores a acolhida, a formação de lideranças, o incentivo às pastorais sociais e a animação bíblica.
Padre Silas lembra que os protagonistas dessa missão permanente e da evangelização são os leigos em primeiro lugar. “Precisamos evangelizar e formar cada vez mais os batizados de nossas comunidades para que eles, com todo o apoio da Igreja, evangelizem! Para isto é fundamental investir na formação de uma consciência missionária também nas crianças, nos adolescentes e na juventude”, afirma.
Veja a matéria completa no blog da forania, clicando aqui. 
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Paróquia de Santo Antônio do Manhuaçu | by TNB ©2010